irm contratação de segurança privada que tem crescido em um dos maiores
exércitos privados do mundo. Em 2007, a Blackwater sofreu críticas e
escrutínio do Congresso após mais de 200 relatórios tiro no Iraque, uma em setembro do mesmo ano em que vamos seventeen iraquianos mortos
e mais de duas dezenas de feridos.
Pai do príncipe, Edgar, um milionário self-made com a venda de autopeças,
apoiou o Family Research Council (FRC), um grupo de extrema-direitafundamentalista cristã perto da administração Bush. Ambos os homens foram
signii cant contribuições para as campanhas de eleições de George W. Bush.
Viúva de Edgar serviu nos conselhos de FRC e outro peso-pesado
Christian organização certa, Focus Dobson on the Family. Ela corre o
Edgar e Elsa Príncipe Foundation, da qual Erik é um vice-presidente. h e
fundação deu mais de US $ 1 milhão para a direita cristã a partir de Julho
2003 a 2006.
Autor Jeremy Scahill em comparação exército privado do príncipe de Hitler
"Camisas-marrons" tropas de assalto.
O governo iraquiano enfrenta desde o dia 15 de Setembro mais um dilema. A empresa Blackwater, especializada em segurança musculada no Iraque, terá alegadamente entrado em confronto com civis iraquianos e do recontro terão resultado pelo menos 11 civis iraquianos mortos. O governo iraquiano retirou a licença de operação à empresa Blackwater, a maior empresa americana de segurança em operação no país, mas os dirigentes da empresa já avisaram que o governo do Iraque não tem autoridade para retirar uma licença que nunca passaram. A Blackwater afirma que opera como subcontratada das forças armadas americanas, e só a elas pode obedecer. Os reduzidos efectivos militares dos Estados Unidos no Iraque levaram a que desde o início do conflito os responsáveis do Pentágono aceitassem a sugestão de empregar empresas privadas que garantissem a segurança de instalações importantes e embaixadas. O número de militares regulares envolvidos na operação foi sempre considerado insuficiente e acredita-se que os responsáveis americanos tomaram como certos muitos dos relatórios que afirmavam que grande parte da população do Iraque deveria aceitar facilmente a chegada das tropas dos Estados Unidos. Com uma grande adesão popular, a presença de grandes forças americanas era de pouca utilidade e por isso não foram feitos planos para uma presença longa de forças daquele país no Iraque. Invasão desastrada A recusa do pentágono e de cabeças pensantes como Donald Rumsfeld em aceitar que a guerra no Iraque seria longa e custosa, tem uma curiosa parecença com a atitude de Adolf Hitler em 1941, quando se recusou a admitir que as forças alemãs na Rússia teriam que lutar no inverno. Sempre que alguém falava em roupas para o Inverno Hitler recusava-se pura e simplesmente a ouvir. O tempo passou e a realidade sobrepôs-se ao sonho e a realidade era dura e fria como o gelo da Rússia. Paul Bremer: Incompetência demonstrada e corrupção generalizada No Iraque, os militares nitidamente não tinham como controlar a situação e embora a vitória tivesse sido declarada, não havia paz nas ruas das cidades iraquianas. Na tentativa de resolver o problema, foi chamado às pressas Paul Bremer, um administrador americano para o Iraque. Tratava-se de um administrador civil, que pretendia dar a ideia de que o Iraque não era governado pelos militares e que tentou resolver o problema da falta de tropas, utilizando para o efeito meios civis, estabelecendo contratos com empresas norte-americanas que passariam a ser responsáveis pela reconstrução do Iraque e pela sua transição para a democracia. Ocorre que grande parte dos contratos estabelecidos por Paul Bremer, provou-se serem fraudulentos. O sistema montado era débil e no seu conjunto tão absurdo e desorganizado que os pagamentos por serviços prestados eram feitos em dinheiro (notas de 100 dólares americanos), sem qualquer nota ou recibo dos pagamentos. Os maços e pacotes de notas de dólar, eram enviados para o Iraque em aviões civis e militares de carga, e acomodados como mercadoria. O sistema de pagamentos era medieval e para para Paul Bremer, tinha a vantagem de ser impossível de escrutinar. Paul Bremer foi afastado, mas foi no ambiente de corrupção e negócios escuros, a que alegadamente estará ligado o próprio vice-presidente dos Estados Unidos através da empresa Halliburton que a empresa Blackwater apareceu no Iraque com a importância que hoje se lhe atribui. Mas as empresas civis, pela sua própria natureza não poderiam obedecer às regras e condutas dos militares, mas também não poderiam estar sob jurisdição iraquiana, pois o país não tinha quaisquer instituições funcionais que pudessem escrutinar a operação das empresas privadas de segurança. Ao mesmo tempo, embora sendo empresas norte-americanas, as empresas de segurança não têm que responder perante a lei do seu país de origem. Estava montado o palco para a criação e crescimento do poder de instituições que possuíam armas, tinham o direito de recorrer à violência para atingir os seus fins (proteger os seus clientes) mas que não tinham que responder perante qualquer lei, qualquer tribunal, qualquer juiz ou qualquer instituição legítima. Exército privado, fora da lei A Blackwater está entre as muitas empresas contratadas para fornecer serviços de segurança e tornou-se neste período na maior empresa privada de segurança a operar no Iraque. Segundo o iraquiano médio entrevistado pelas televisões, as colunas de veículos das empresas de segurança que andam pelas ruas não respeitam regras de transito atropelam pessoas nos passeios são violentas e mais temidas que os próprios soldados americanos. Eles podem bater. Violar e até matar, sabendo que nada, absolutamente nada lhes vai acontecer. Eles recebem ordens para proteger empresários e figuras públicas - desde empresários americanos a funcionários do próprio governo do Iraque – e não têm qualquer problema em quebrar qualquer regra para cumprir essa missão. Para desempenhar estas missões cada um dos funcionários/mercenários pode receber até 1.400 Euros por dia , 42.000 Euros (R& 120.000) por mês, dependendo da missão que lhe for atribuída e do perigo que a mesma represente para quem a desempenha. O Iraque, para a Blackwater e os seus mercenários, funciona como o antigo «Far West» dos Estados Unidos, em que não há nenhuma lei, e onde quem impõe a lei é quem tem uma arma.
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